Acho super romântico isso de chamar de amor.
Isso de andar de mãos dadas, de cafuné, café na cama, cinema abraçadinho.
O problema é que cansa.
Dormir de conchinha cansa! Cansa o braço, depois dos primeiros 15 minutos.
Ficar falando igual um bebê cansa! Cansa todo mundo ao redor.
Sábado a noite vendo filme cansa! Cansa minha beleza que quer badalar.
Ou será que eu que sou desajustada?
Por via das dúvidas..
Se quiser me mandar flores, mande.
Mas mande com uma garrafa de tequila, só por garantia.
segunda-feira, 27 de outubro de 2014
e foi então que se fez o silêncio.
Não tinha mais briga por controle da TV.
Não tinha mais despertador de madrugada.
Não tinha ninguém controlando minha vida. Ninguém roubando edredom.
Nem ciúme. Nem briga.
Nem conchinha. Nem carinho. Nem beijo de boa noite.
Ninguém me esperando.
Não tinha mais você. E a cama era grande demais pros meus medos.
Não tinha mais briga por controle da TV.
Não tinha mais despertador de madrugada.
Não tinha ninguém controlando minha vida. Ninguém roubando edredom.
Nem ciúme. Nem briga.
Nem conchinha. Nem carinho. Nem beijo de boa noite.
Ninguém me esperando.
Não tinha mais você. E a cama era grande demais pros meus medos.
Um dia
É o jeito como você tenta dominar as coisas,
seu jeito durão, todo macho;
que faz com que eu imagine seu corpo suado
me apertando forte e falando besteira no meu ouvido.
É o jeito como você me aperta que faz com que eu suspire e deseje rasgar sua roupa.
Mas, aí, na hora que eu estou prestes a te devorar,
você me abraça.
Você me olha nos olhos e vem devagar,
faz o que toda menina sonha, mas..
Eu não sou mais menina.
Eu sou a louca que quer sentir cada gota do seu gosto.
Eu sou a louca que pode te dar a melhor noite da sua vida.
Mas você só quer fazer amor.
E eu quero fazer sexo com você.
Me sentir mulher.
Um dia a gente se entende..
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