quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Menina mulher morena.

Tão doce, mas ninguém sabe do seu veneno.
Dependendo da dosagem, bálsamo também pode matar.
Quem vê o sorriso, não vê a maldade de que ela é capaz.
Cara de bebê, sorriso de criança.
Cama, tesão, suor.
Cadê aquela menina? Só vejo uma mulher.
Mulher veneno, que trai, que vinga, que mente, que se arrepende, que chora - quando acorda sozinha no domingo.
Morena. Tão lúcifer quato imaginou Paulão.
Tão anjo como não se vê.
Linha tênue.
Na rua, menina. Na cama, mulher.
Na mesa, só dama. Na cama, uma puta qualquer.
Se quer, te faz sorrir; se quer, te leva ao chão.
Nem tão doce como você imaginava.
Nem tão forte como ela queria ser.
Menina, mulher, morena.
Ve-ne-no-sa.

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